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admin
24 de fevereiro de 2026
IPTU em dia: entenda as consequências jurídicas e financeiras do não pagamento
Ano Novo é hora de IPTU
As consequências de não pagar o IPTU
O início de 2026 é o momento ideal para organizar as finanças e cuidar do patrimônio. Entre as principais obrigações do começo do ano está o pagamento do IPTU, um tributo municipal obrigatório que, quando negligenciado, pode gerar sérias consequências jurídicas e financeiras ao proprietário do imóvel.
O não pagamento do IPTU acarreta efeitos que evoluem de forma progressiva, podendo atingir diretamente o patrimônio. Entre as principais consequências, destacam-se:
- Multas e juros: após o vencimento, o débito passa a sofrer a incidência de multa e juros, conforme a legislação de cada município, aumentando rapidamente o valor devido.
- Inscrição em Dívida Ativa: a inadimplência leva à inscrição do débito na Dívida Ativa municipal, podendo resultar em restrições de crédito e negativação do CPF ou CNPJ.
- Protesto em cartório: a dívida pode ser protestada, dificultando financiamentos, empréstimos e a realização de negócios.
- Execução fiscal: o município pode ajuizar ação judicial para cobrança do débito, com custos adicionais e maior complexidade jurídica.
- Penhora de bens e contas bancárias: no curso da execução fiscal, podem ser penhoradas contas bancárias e outros bens do devedor.
- Perda do imóvel: em situações extremas, o imóvel pode ser penhorado e levado a leilão judicial para pagamento da dívida.
Para evitar esses problemas, o mais indicado é verificar a situação do imóvel logo no início do ano e, se necessário, buscar a regularização junto à prefeitura, que normalmente oferece opções de parcelamento.
O Jerônimo Advogados deseja um Feliz 2026 e reafirma seu compromisso com a orientação jurídica preventiva, atuando em Direito Civil, Empresarial e na defesa dos direitos do proprietário de imóveis, sempre com foco na proteção do patrimônio e na segurança jurídica.
Elaine Jerônimo
OAB/SP 534.710
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